Mostrando postagens com marcador DOWNLOAD. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DOWNLOAD. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

APHEX TWIN


Aphex Twin, nome artístico de Richard David James (Limerick, 18 de agosto de 1971), é um DJ e produtor de música electrônica, nascido na Irlanda, mas criado na região da Cornualha, Inglaterra. Foi considerado pelo jornal inglês The Guardian como "a mais influente e criativa figura da música eletrônica contemporânea".[1]
Seu trabalho é marcado por linhas harmônicas sombrias e elaboradas, batidas originais e abrasivas e pela originalidade da textura dos sons que cria. Utiliza diversos outros codinomes, tais como AFX, Bradley Strider, Caustic Window, Gak, Polygon Window, Power Pill e Q-Chastic.
----------------------------------COME TO DADDY----

A música de James, como Aphex Twin, varia basicamente entre a placidez do ambient e a violência do drill and bass (furadeira e baixo, em tradução livre, alusão ao drum and bass). Alguns de seus melhores resultados acontecem quando ele mistura ambos os estilos. É possível perceber ecos de Erik Satie, John Cage, Kraftwerk e Brian Eno na obra de James. Outros, como Squarepusher (também da Warp Records) e The Orb tem aproximações parecidas. Nine Inch Nails, Radiohead, The Prodigy, também têm sons assemelhados aos de James. Em relação a última, certa vez ele disse que nunca sairia em turnê com a banda, "uma vez que não gosto deles".
Apesar de ter apresentado várias inovações criativas e ser um dos primeiros músicos a utilizar computadores e softwares para compor música, Richard não só marcou sua obra pelo apelo técnico típico do gênero eletrônico, mas também se destacou pelas belas melodias que estruturam sua composições.
Um de seus discos mais controversos, Drukqs, de 2001, trouxe a tona não só canções eletrônicas compostas em computador, altamente complexas e ricas em detalhes, mas também mostrou a sensibilidade de James ao apresentar faixas compostas em piano, de forma minimalista. Críticos aclamaram as belas músicas, inesperadas de um compositor de seu tipo. Duas dessas canções em piano foram usadas por Sofia Coppolla em seu filme Marie Antoinette.
 ---------------------------------------XTAL-----------

  • James vive uma vida relativamente isolada e, quando dá entrevistas, costuma ser excêntrico, mentiroso e confuso.
  • Entre diversas lendas surgidas sobre ele, ao menos três são verdade. Ele realmente tem um tanque de guerra norte-americano de 1950 e um pequeno submarino russo. De fato, ele mora em um banco da HSBC convertido em residência. Reza a lenda que James vive nos cofres, que também usa como estúdio.
  • Quanto ao uso de drogas, diz que já experimentou diversas, mas que nunca trabalha sob o efeito de nenhuma.
  • Existem relatos de que ele se veste de maneira rústica, e repórteres já declararam em matérias que ele usa roupas velhas e rasgadas, mesmo em shows.
  • Usualmente James não fala, acena ou dança durante suas performances ao vivo. Muitas vezes ele nem ao menos faz contato visual com o público, outras vezes toca na escuridão ou no fundo do palco.
  • Quando veio ao Brasil para tocar no Free Jazz Festival de 2001, a maioria do público não percebeu que ele tinha começado a tocar e ele só pôde ser visto perante as pick-ups uma hora depois de começada a apresentação.
---------------------------------------------------------










Web

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

PRODIGY - MEGA POST BEST OF ( INOVADORES )

The Prodigy são, a meu ver, o único grupo de música Electrônica que mostra como é possível este gênero adoptar outras vertentes musicais como, por exemplo, o Rock e mesmo o Metal. Juntar estes tipos de música tão diferentes não é exemplo do primeiro álbum, Experience, de 1992, que apresenta ainda uns The Prodigy básicos virados para Electrônica mais comercial. Tem algumas músicas que marcam definitivamente o álbum e algumas delas foram de meu gosto pessoal: Jericho, Your Love (Remix), Out of Space, Ruff In The Jungle Bizness, Crazy Man e Wind It Up. Apesar destas boas músicas, The Prodigy começam a sua carreira com este álbum de uma maneira não muito boa mas, talvez, razoável. Devo referir a minha música favorita do álbum que é um dos maiores clássicos de sempre deste grupo, Charly (Trip Into Drum And Bass Version) que apresenta um estilo inocente e perverso ao mesmo tempo. Algo que nunca conseguirei explicar na música dos The Prodigy. Para mim este grupo usa melodias que por vezes nos parecem infantis e acabam por soar sinistras. É por isto que The Prodigy está nos meus favoritos, no que toca a música. Deste álbum foram extraídos bastantes singles: Charly, Everybody in the Place, Fire, Jericho, Out of Space e Wind It Up (Rewound). Overall, é um álbum razoável e agradável de ouvir.

revisoesfb



CHARLY


"Fire / Jericho" é o terceiro single lançado pela britânica electronica / rave The Prodigy actuam a 7 de Setembro de 1992. Ele chegou ao número onze na UK Singles Chart.

O single foi sub-intitulado "Edição Limitada Estranhamente", devido ao disco de vinil de 12 "a ser eliminado depois de duas semanas. Este foi para mover o foco mais para o lançamento do álbum de estréia da Experiência, após algumas semanas mais tarde. Mesmo quando o único foi re-lançado, a legenda ainda estava de pé.

A música usa o exemplo "Eu sou o deus do fogo do inferno, e eu trago você (fogo)" de O Mundo Louco de 1968 Arthur Brown "Fire" único. Leva o vocal amostrados "Quando eu era jovem eu costumava queimar ervas daninhas em um collie Rizla" da faixa "Hard Times", de Pablo Gad. Ele também usa uma interpolação da melodia distinta em "Kunta Kinte" pelos revolucionários.

FIRE


JERICHO



YOUR LOVE



-

Não lembro exatamente quando ouvi o Prodigy pela Primeira vez, nao entendia  nada daquela música, mas sabia que servia para dançar e se divertir...
o The Fat of The Land é na minha opinião pessoal o mais agressivo e dançante deles...
vc pode discordar disso,mas não tô nem aí...

The Fat of the Land é o terceiro álbum de estúdio da banda inglesa de música eletrônica The Prodigy. Foi lançado em julho de 1997 pela XL Recordings.
Enquanto "Mindfields" apareceu na trilha sonora do filme The Matrix, "Smack My Bitch Up" estava presente nas trilhas sonoras de Charlie's Angels e Closer.
A música chamada "Narayan", contém o trecho "Om Namah Narayana" que foi composta e cantada juntamente com Crispian Mills, vocalista e líder da banda inglesa de rock psicodélico Kula Shaker, que também tem uma versão da música chamada "Song of love/Narayana" em seu álbum Strange Folk.

FIRESTARTER
This is The Prodigy's video for Firestarter - released 1996


 NARAYAN


  • Banda: Prodigy
  • Nome do Álbum: The Fat Of The Land
  • Gênero: Musica Eletronica
  • Ano de Lançamento: 1997
  • Gravadora: XL Recordings
  • Tamanho: 90.59 MB
  • Formato: Rar
  • Qualidade: 192 Kbps

Smack My Bitch Up
Breathe
Diesel Power
Funky Shit
Serial Thrilla
Mindfields
Narayan
Firestarter
Climbatize
Fuel My Fire
Molotov Bitch
No Man Army 






Gênero
Electronica
Membros
Liam Howlett
Keith Flint
Maxim
Natural de
Braintree, Essex
Gravadora
Take Me To The Hospital / Cooking Vinyl
Descrição
The Prodigy DO NOT have individual Facebook profiles.
Influências
Appendix churning bass , warehouse sound of 1990-1992 , lydons wit and sneer , bomb squad production ,1950s sci fi horror , ultra magnetic mc's, bruce lee,billy childish, qotsa ,the eighties matchbox b-line disaster ,60 hz ,1990 pills ,rick rubin,mr oberheim 2 voice and mr ms20 sub bass breaker, veuve clicquot yellow label lubrication, mr crabs, roger moore , 4 in the morning bullshit, strobeflowers.....
Website






terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

OK COMPUTER - RADIOHEAD ( INOVADORES )

QUANDO O THOM YORKE DISSE: OK, COMPUTER;
ELE QUIS DIZER EXATAMENTE: OK, COMPUTADOR, VOCÊ VENCEU.

E SÓ APARTIR DAÍ O ROCK CONSEGUIU ACEITAR E RESPEITAR A MÚSICA ELETRÔNICA DE IGUAL PRA IGUAL, O RADIOHEAD É HOJE A MAIS PERFEITA AMOSTRA DE O QUANTO O ROCK ENCAIXA BEM COM ELEMENTOS ELETRÔNICOS E LOOPS

....









OK Computer é o terceiro álbum de estúdio da banda britânica Radiohead. Foi lançado em 16 de junho de 1997 no Reino Unido. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Em 2003, o álbum alcançou a posição de #162 no ranking da lista dos melhores 500 álbuns de todos os tempos. Em 2006, a British Hit Singles & Albums e NME organizaram uma votação dos quais 40 mil pessoas votassem dos 100 melhores álbuns, e "Ok Computer" ficou em #4 lugar na lista.

O álbum é considerado como um dos melhores discos de rock da década de 1990 pela crítica e consolidou definitivamente o Radiohead como uma das maiores bandas da sua geração. As letras do disco são voltados para críticas pós-modernas sobre tecnologia, política, alienação e hipocrisia social, não sendo incomum entre fãs e críticos comparações poéticas com Dark Side Of The Moon, famoso disco do Pink Floyd.

É considerada a obra-prima da banda, onde as capacidades de cada músico são exploradas ao máximo. O vocalista e guitarrista Thom Yorke chegou a afirmar ter perdido a capacidade de tocar guitarra depois de "OK Computer". Destaque para as faixas "Paranoid Android", "Karma Police", "Let Down" e "No Surprises", esta última, com um vídeo musical inovador.

JAYDIOHEAD (PROJETO QUE UNE O RADIOHEAD A ARTE DO HIP HOP DE JAY Z)

Jaydiohead - "No Karma" (Karma Police)



------------------







mais

http://www.facebook.com/pages/OK-Computer/112143685468081

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

FARRA NA CASA ALHEIA - BEACH PARK FM


Pra quem não ouviu no dia (20/01/12), aí vai: podcast da participação da Mobília no programa Farra na Casa Alheia da Beach Park Fm.

http://www.blogger.com/img/blank.gif
http://soundcloud.com/mobilia/mob-lia-no-programa-farra-na

Grande abraço pros farristas Gustavo de Castro e Rodrigo Fuser!



Participação de Claudio Mendes e Lucas Ribeiro, da Mobília, no programa Farra na Alheia pela Beack Park Fm 101.7, no dia 20 de janeiro de 2012.

Setlist:
1.Jundiaí (Mobília)
2.Fevereiro (Mobília)
3.Terceiro Dia (Mobília)
4.Le Ragazze (Neri Per Caso)
5.Chiclete com Banana (Jackson do Pandeiro)
6.Just Married (Mobília)
7.Voltar (Mobília)
8.Naftalina (Mobília)
9.Romance de Entrega (Mobília)
10. Falsa Memória (Mobília)



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

LAURIE ANDERSON ( PRECUSORES)


Laurie Anderson - O Superman - clip subtitulado!

Esta es la canción con la que Laurie Anderson se hizo famosa, y el puntapié inicial a su carrera discográfica. Me pareció interesante ir haciendo más "accesible" de qué va... ¿cómo interpretan ustedes la letra?
Subtitulado en inglés - en español próximamente.








Laurie Anderson é diplomada em história da arte e escultura. Desde os anos 1970 vem realizando performances em New York especificamente no espaço intermidia chamado The Kitchen[1].

Em 1981, grava o EP "O Superman" em edição limitada sob o selo One Ten Records[2]. O disco é apreciado e relançado pelo influente "branché" da mídia inglesa John Peel, e se torna um sucesso, chegando a segunda posição nas paradas inglesas. O sucesso a faz sair do estatuto de artista "avant-garde" e lhe oferece uma notoriedade entre artistas mais populares. A artista fecha contrato então com a Warner. Um fragmento de O Superman será incluído em seu álbum Big Science assim como na sua considerada obra prima: United States part one to four[3] performance-contínua de oito horas que se torna, em 1983, parte de um disco: United States Live.

Em seguida, a sua carreira é composta de numerosas performances, exposições, discos e colaborações diversas: William Burroughs, John Giorno, Arto Lindsay, Ian Ritchie, Peter Gabriel, Perry Hoberman, David Sylvian (ex-Japan), Jean Michel Jarre, Brian Eno, Nona Hendryx, Bobby McFerrin, Dave Stewart, Hector Zazou, Andy Kaufman, Philip Glass, Marisa Monte, Ryūichi Sakamoto, Lou Reed.

Seus temas prediletos dizem respeito à tecnologia e seus efeitos sobre as relações humanas.

Em 2001, efetua uma tournée pelos Estados Unidos. A data programada para Nova Iorque é 19 de setembro de 2001, pouco depois dos ataques de 11 setembro. O concerto é mantido e suas palavras apocalípticas em O Superman ("Eis os aviões... Estes são os aviões americanos..."), tomam então um sentido todo particular. Em 2003, ela se torna a primeira artista em residência da NASA, o que resultará na performance The end of the moon.

No Brasil, já colaborou com a revista de arte contemporânea Confraria do Vento, editada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro[4].

Esposa de Lou Reed, Laurie Anderson vive hoje em Nova Iorque.